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28 de abril de 2016

O dia em que eu fui assaltado


Meu nome é Vitor Kurosaki. Por 15 segundos eu estive sob a mira de uma arma com um único objetivo, entregar meu celular. Agora, estou de volta para minha cidade para realizar meu desejo antes de ser assaltado, ser o Batman. Para isso eu preciso me tornar outra pessoa, eu preciso me tornar outra coisa.

Anteriormente em Até que é mais ou menos: "...E foi a melhor coisa da minha vida, eu voei por cima da igreja, sobrevoei o bairro inteiro e depois voltei para onde eu estava e agradeci muito ele pelo favor... Mentira, eu cai com a boca no chão...", "...Nessa hora eu fiquei branco, preto, azul, verde, amarelo, minhas pernas bambearam, fiquei um pouco sem ar", "..Olha, eu contratei um serviço com vocês e pago boleto de 40 reais por mês pra ter 250mb de internet e essa porcaria não está caindo no meu celular." Agora:



Fala aí, galera. Mais uma postagem de "O dia em que..." e dessa vez é pra contar sobre o dia que fui assaltado. 

Eu estava saindo da faculdade com um amigo e mais três colegas nossas mais atrás para irmos comprar um espetinho, e antes de chegarmos na esquina um carro parou do nosso lado e desceram dois caras armados, as meninas que estavam atrás correram pra dentro da facul, mas nós nos fodemos lá sob a mira da arma sem poder fazer nada (malditos do demônio).

Só pediram pra passar o celular e a carteira, eu tinha só celular meu amigo passou o celular e a carteira, eles entraram no carro e foram embora. Eu ainda queria comer espetinho, mas pelo jeito eu ia sozinho porque todo mundo tava meio apavorado e eu estava com raiva, muita raiva.

O jeito é ir pra uma ilha e treinar por cinco anos pra saber se defender (sim, eu estou um pouco viciado em Arrow). Eu vou ficando por aqui, até a próxima.

Vitor Kurosaki.

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