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29 de outubro de 2016

Bêbados e a sofrência musical

Faaaaala seus atoas, aposto que não tem nada melhor pra fazer, por isso estão aqui, né? Só lamento por vocês. Hoje vamos falar sobre bêbados e sua relação com o mundo da sofrência musical, até porque a maioria dos bêbados são cornos ou tomaram pé na bunda, então justifica o estilo musical da sofrência "Estou indo embora agora, homem não chora", puta marmanjo de 35 anos chorando por causa da mulher, é foda, viu?

Tenho um amigo (que não vou citar o nome), que não pode levar um pé na bunda que começa ouvir Nayara Azevedo, Marília Mendonça, Chitãozinho e Xororó, Rionegro e Solimões, é uma disgraça ficar perto dele nessas épocas, o pior é quando ele bebe e começa a cantar, só Deus na causa, e é desafinado ainda por cima: "Vou negando as aparências, disfarçando as evidências", "Se eu soubesse que doía assim... Mandava flores pra ela, jantava a luz de vela". Pota que lhe pariu, amigo (para as crianças que acessam o blog, gostaria de dizer que "pota que pariu" é um pokemon). Imagina um cara ruim pra cantar, bêbado e ainda cantando essas músicas gritando.

Parece que as emoções de bêbado são aumentadas, se ele estava puto, fica mais puto, se estava triste fica mais triste e se estava corno ficava mais corno, aí começa cantar "50 reais" da Nayara Azevedo, "Cuida Bem Dela" de Henrique e Juliano e essas músicas chorantes aí, eu do lado prefiro cantar "Chora Corno" do Conrado e Aleksandro (Dia de maldade). Alguns ficam corajosos, ou orgulhosos, mandando a bandida pras cucuias "Ele pode ter mais dinheiro que eu, mas nunca vai ser melhor que eu, ela vai arrepender um dia" (Baseado em fatos reais). 

E se tiver um carro com som automotivo tocando sofrência aí fodeu... Falta subir no teto do carro e começar a cantar com a mão no peito e a outra segurando a latinha de cerveja: "DEIXA, DEIXA MESMO DE SER IMPORTANTE (INGRATA), VAI DEIXANDO A GENTE PRA OUTRA HORA (DEIXA MESMO, BANDIDA), VAI TENTAR ABRIR A PORTA DESSE AMOR (NÃO VOU ABRIR MAIS NÃO), QUANDO EU TIVER JOGADO A CHAVE FORA".

Vou deixar com vocês a ilustração do refrão de uma sofrência, feita pelo meu amigo e agora parceiro de empreitada no blog, o grande Marcola:



















Vitor Kurosaki e Marcos Antônio (Marcola)

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